sábado, agosto 05, 2006

Ich kenne nicht Deutsch, ich benutzte einen on-line-übersetzer

Texto de Apresentação

Meu nome é Zé. Eu gosto de Toddy em pó, música folclórica e de dormir. Nunca quis ganhar um prêmio Nobel por ter encontrado uma solução para um problema que o próprio homem inventou. Eu me contentaria em ter uma esposa e filho, vivendo tranquilamente com eles até o dia da minha morte. Tenho poucos sonhos, nenhum inatingível ou fantasioso, são simples, mas difícies de se realizar, ao serem incorporados às circunstâncias geradas pela minha vida e jeito de ser. Sou um tanto egoísta, mas verdadeiro... Eu poderia ser um sonhador e dizer que meu sonho é que a paz mundial se consolide. Entretanto, eu não ficaria felicíssimo de saber que árabes e judeus não vão mais matar uns aos outros por causa de territórios... E nem ficaria triste. Para mim, sinceramente, eles quem procuraram esse caminho. Não vou ficar dizendo: "Bicho... Que triste toda essa matança... Morô?". Já vi muita gente dizer: "Guerra tristíssima. Fico deprimido só de saber dela". No entanto, com essas mesmas pessoas eu digo:

- Viu só as crianças que morreram no Líbano?
- Pô, cara... É mesmo... Triste... Aliás, tô ferrado no colégio. Preciso estudar, senão vou reprovar no vestibular.

Ou seja, é da boca pra fora... Quem tá longe da guerra, não sofre, todos são egoístas. A diferença entre uma minoria, como eu, e uma maioria de pessoas, é a capacidade de admitir: "Sim, sou um merda! Não estou nem aí pro pessoal que leva chumbo na cabeça". Acho foda, mas a guerra é o caminho que aqueles seres humanos escolheram, e isso diz respeito a eles. Não é o árabe, nem o judeu, nem o líbano os inocentes... Não importa quem provocou primeiro, o que importa é a violência por eles adotada, e o não cessar dela. Questão de honra? Questão de vingança? Questão pessoal de uma nação (ou de uma oligarquia que ela representa). Ninguém quer meter a mão no fogo por esse povo.

Continuando minha apresentação, sou alguém bastante burro no que diz respeito a "conhecimento técnico" (salvo matemática, onde eu ainda me saio um tanto bem). Gosto do conhecimento humano, da subjetividade e compreensão do que somos e como chegamos onde estamos. Gosto de fazer da vida um teatro, sentar em algum lugar e ficar olhando as pessoas vivendo suas vidas... Algumas, guiadas como cordeirinhos por um pastor (que, na maioria das vezes, é o sistema político). Outras, rebelam-se de alguma maneira, pois estão contra algo (alguns nem sabem contra o quê), buscando auto-afirmar-se, protestar ou buscar um novo modo de vida. Por fim, há os que vivem a vida de forma bem peculiar, sem muitas influências externas... Pessoas que vivem buscando a felicidade de si próprio e daqueles que amam (este, ao meu ver, é o melhor modo de vida).

Gosto da natureza, gosto de vê-la firme e forte, não devastada, é uma visão bonita e você nota mais vida onde ela está presente. Não tenho nada contra o predatismo do homem sobre o meio-ambiente, mas tenho contra o excesso de predatismo. Quando você corta uma árvore de uma floresta, há perda na natureza, mas ela pode recuperar-se. No entanto, a taxa de recuperação não acompanha o ritmo com o qual o homem desmata florestas, cria queimadas e polui rios. Capitão Planeta é um desenho animado, e só lá que a natureza recuperava-se num passe de mágica. Na vida real, o ser humano fode tudo em nome do "progresso", mas o que é o progresso diante da nossa própria queda que teremos de encarar, por destruir o que nos dá sustento. Ninguém aqui é o Superman! O homem é frágil pra caralho! O homem é só uma bosta ambulante que tem o poder de raciocinar, mas parece só raciocinar merda! Se você não é o Superman, como pode aturar altas temperaturas, secas, escassez de alimento, poluição desenfreada, etc? É a natureza que te dá teu alimento diário, é a natureza que mantém um clima agradável para se viver no nosso planeta, é a natureza que mantém o equilibrio original das coisas... Se você destrói a natureza, cedo ou tarde você vai junto com ela, também. Então, o que é melhor: Detonar todo o meio-ambiente e evoluir o conhecimento técnico e seus frutos na velocidade da luz ou ir com moderação e preservar a natureza junto com a vida humana? Canso de ver esses gringos doutores em conhecimento técnico serem derrotados por catástrofes naturais, o que prova a força da natureza diante do homem. Quando a incidência de terremotos, maremotos, furacões e radiações solares aumentarem, quero ver quem vai ser o japonês ou americano que vai nos salvar.

Mim também não dar muito valor às coisas supérfluas. Favor não me confundir com Diógenes de Sínope, pois não levo as coisas ao extremo. Como já escrevi no primeiro parágrafo, uma vida simples ao lado de quem amo é suficiente para me fazer feliz. Quero viver do meu jeito e ser feliz do meu jeito! E é exatamente por isso que não existe segredo da felicidade, pois cada um tem sua forma de encará-la. Às vezes, eu simplesmente tenho vontade de pegar algum instrumento com o qual simpatizo (gaita-de-fole, flautas em geral, alaúde) e sair por aí, tocando para as pessoas, só para compartilhar minha música com quem quiser escutá-la. Nah... Coisas simples, mas que me dariam satisfação.

Uma coisa que me chateia é, embora eu queira uma esposa, eu não tenho o menor jeito com mulheres. Soma-se timidez, falta de uma boa conversa e ousadia... Além do um pensamento incomum na sociedade atual: Eu quero uma mulher pra amar. A maioria dos meninos ficam pensando em quantas bucetinhas são capazes de pegar, na sua juventude, para depois envelhecerem, broxarem, e descobrirem que não têm uma mulher que realmente os ame, pois passaram a vida inteira tratando mulheres como meros objetos sexuais... Mas no outro lado da moeda só invertem-se os papéis! Também tem muita menininha pensando em pica e tendo como sonho de consumo ser molestada pelo Brad Pitt. Esse tipo de menina só faz jogar lenha na fogueira dos meninos-que-só-pensam-em-sexo, e elas gostam disso. A mulher moderna de hoje é aquela que estuda feito condenada, passa no vestibular, rala na faculdade, consegue um emprego, enche a conta bancária de dígitos e vira uma workaholic. Nada de filhos, afinal, "a gente não nasceu pra ficar cuidando de criança"... Muito menos marido, pois "eu que não vou ficar vivendo minha vida pra um macho". Homem, "só se for para dar uma transadinha". Ou seja, "sou uma mulher moderna, contribuo para o belo quadro social capitalista, não sei porra nenhuma além do meu ofício, não sei nem aquecer leite de criança no microondas, não constituí minha família, não sei nada sobre a vida, vou morrer e não vou fazer a mínima falta para ninguém, pois há uma multidão de mulheres modernas prontas para me substituir". Robotização do caráter humano, eu diria? Não sei... A mulher moderna de hoje parece só servir para o sexo, um corpo feminino dotado de conhecimento técnico, mas reprovada na escola da vida, protegida apenas pelo protecionismo ofertado pelo sistema, às pessoas que robotizam-se para ele seguirem. É onde o tão falado "feminismo" levou as mulheres. Quanto aos homens modernos, é farinha do mesmo saco... É como se fosse uma mulher moderna com pênis e pelos.

Aproveitando que estou a finalizar o texto, queria destroçar minha timidez e entrar em contato com alguma garota que tenha tido a paciência de ler esse texto. Se você for de minha cidade e eu me apaixonar por você, podemos namorar, casar e encher a casa com 27 filhos... Ou fazer uma vasectomia depois do primeiro. :)

Ah, sim, e nem comentei sobre meu gosto para com o sexo oposto... Não ligo muito pra aparência (até porque sou feio), mas ressalto que abomino tatuagens e gosto muito de cabelos compridos (o meu é curto). Meninas idiotas são uma lástima, não gosto delas. Meninas inteligentes, só se for inteligência de pensamento amplo e reflexivo, e não de conhecimento técnico. De qualquer maneira, garotas ecléticas na forma de pensar, e que gostam de aprender coisas novas, fazem meu tipo.

Independentemente do final deste texto, isso não foi um anúncio amoroso, foi uma apresentação. Depois eu vejo o que postar no blog... Pode ser meus pensamentos aleatórios ou piadas roubadas de algum lugar.

Se leu até aqui, obrigado. Deus lhe pague pela paciência!