Geschichte: Die Dürre
Tião, apostando as últimas fichas, pede socorro ao santo:
- Meu São Jorge, as prantação dos ano passado foro tudo comida por praga e o sor mardito que queima feito inferno. Num vem água, santinho, num vem água. Eu queria pedi na mió humildade que voismecê jogasse um poco de água no meu quintal pra mór de nascê pelo menos uns pé-de-feijão ou arroiz pra eu alimentá as cria.
- Sinto muito, Tião. Eu apenas mato dragões.
O erro de Tião foi fatal, enganara-se de santo. Mais uma vez as pragas e o sol destruiram a plantação de Tião. Dessa vez, entretanto, sua família e ele mesmo foram juntos. Com as últimas energias que a fome ainda não havia roubado, ele faz consolo:
- Se pelo meno eu for pro inferno, já tô costumado co essa seca do diabo!


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