Der freie Getränkplan
Este post é direcionado a um certo grupo de pessoas. Se você não fizer parte dele, não entenderá nada deste post, e poderá ignorá-lo.
- Bora beber, porra! Tô ficando sem paciência!
- Se acalme. O plano deve ir conforme o combinado.
- O Helder demora pra caralho, já devia estar na hora!
- Já disse, Artur. Tem que ter paciência.
Artur e Roberto planejaram há tempos tudo aquilo, não podia sair errado. Lucas foi dar as notícias aos dois.
- O Helder disse que já criou o tópico. Vamos pôr o plano em ação. Avisem o João Gabriel.
Artur faz a ligação.
- João, entra como anônimo e xinga ele. Tá na hora.
- E como eu faço?
- É só ser chulo. Quanto mais, melhor. Depois, é só esperar o resultado.
João pensou um pouco em como fazer o xingamento. Demorou uns quinze minutos, mas logo decidiu. Ligou o computador, entrou no Orkut e publicou as ofensas.
No dia seguinte, todos os que leram os xingamentos pensaram: "Meu Deus! Há agressividade em nossa comunidade! Ela pode se espalhar! Vai ser o fim da amizade de todos!"
O reino de terror estava instaurado, foi quando surgiu o "Messias", Artur Tadaeisky.
- Irmãos, briga não leva a lugar algum. Vamos beber!
Roberto completou:
- A bebida é a cura para os males do homem.
João Gabriel fez a sua parte:
- Precisamos de uma festa com bastante bebidas alcoólicas, para purificarmos nossa alma.
Lucas deu o golpe de misericórdia:
- Sugiro que os membros da comunidade organizem a festa, paguem muitas bebidas alcoólicas e vamos todos beber.
Na semana seguinte, os outros membros da comunidade fizeram uma coleta e organizaram uma grande fuzarca, onde Artur, Roberto, João e Lucas abriam as bocas ao álcool. Enquanto os ludibriados consideravam isso como um ato de purificação, o quarteto de jovens brindava o sucesso do plano.
Nunca se sabe porque Helder aceitou fazer parte disso tudo. Reza a lenda que ele possuia um plano para degradação intelectual das pessoas utilizando-se de bebidas alcoólicas, a fim de transformá-los em soldados zumbis que atacariam o Japão, como forma de vingança ao país que traiu sua querida Tomé-Açu, mas isso é uma outra história...
No final da festa, Artur pergunta a Roberto:
- Lembra daquele tal de Zé, que descobriu nosso plano por acaso?
- Lembro.
- Então... Ele pediu uma quantia pra vender o silêncio dele... E não pagamos.
- Ele estava blefando. Ele jamais contaria o nosso plano. Ele não sabe dos detalhes.
- É mesmo. Podemos ficar sossegados. Os outros jamais descobrirão.


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