Geschichte: Eine andere Legende
Um tanto exausta, Athena resolveu cochilar. Foi questão de alguns minutos para sentir um certo incômodo, uma dificuldade em se mexer.
Abriu os olhos e espantou-se.
- Mas o que será isso?!
Estava envolta por uma grossa e resistente teia de aranha. Tentou soltar-se, mas foi em vão.
- Como isso pôde acontecer tão rápido, sem eu perceber? Como?
A aranha aparece.
- Eu sempre fui a mais rápida, Athena. Sempre. Eu mostrei os podres de seu pai, eu mostrei os podres dos deuses. Imaculados vocês não são, tampouco têm a moral de julgar os mortais. O que fazem não é justiça, mas abuso de poder... Poder esse que será combatido com um poder maior. Os demônios que vocês criaram voltaram para vingança... E eu sou a primeira.
A deusa é devorada pela aranha, e a teia manchada de sangue mostrava um líquido tão igual ao de qualquer outro mortal. A teia foi a inspiração no coração de todos os injustiçados pelos deuses, a inspiração para lutar por uma época de paz, sem tirania. Todos os falsos que julgavam-se deuses caíram.


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